terça-feira, 8 de novembro de 2016

#23 - Grande Prêmio do Brasil (2ª parte)

(cont.)

* por Carlos Werzel Júnior

Na história do GP do Brasil, os vencedores são:

VITÓRIAS
PILOTOS
ANOS e EQUIPES

6
Alain Prost
1982 (Renault), 1984, 1985, 1987 e 1988 (as 4 de McLaren) [estas 5 em Jacarepaguá], 1990 (Ferrari, em Interlagos)


4
Carlos Reutemann
1972 (Brabham) e 1977 (Ferrari) [ambas em Interlagos], 1978 (Ferrari) e 1981 (Williams) [as 2 últimas em Jacarepaguá]
Michael Schumacher
1994, 1995 (as 2 de Benetton), 2000 e 2002 (estas 2 de Ferrari) [todas em Interlagos]





2
Emerson Fittipaldi
1973 (Lotus) e 1974 (McLaren) [ambas em Interlagos]
Nelson Piquet
1983 (Brabham) e 1986 (Williams) [ambas em Jacarepaguá]
Nigel Mansell
1989 (Ferrari, em Jacarepaguá), 1992 (Williams, em Interlagos)
Ayrton Senna
1991 e 1993 (ambas de McLaren, e em Interlagos)
Mika Häkkinen
1998 e 1999 (ambas de McLaren, e em Interlagos)
Juan Pablo Montoya
2004 (Williams), 2005 (McLaren) [ambas em Interlagos]
Felipe Massa
2006 e 2008 (ambas de Ferrari, e em Interlagos)
Mark Webber
2009 e 2011 (ambas de Red Bull, e em Interlagos)
Sebastian Vettel
2010 e 2013 (ambas de Red Bull, e em Interlagos)
Nico Rosberg
2014 e 2015 (ambas de Mercedes, e em Interlagos)




1
10 pilotos: José Carlos Pace (1975, de Brabham em Interlagos); Niki Lauda (1976, de Ferrari em Interlagos); Jacques Laffite (1979, de Ligier em Interlagos); René Arnoux (1980, de Renault em Interlagos); Damon Hill (1996, de Williams em Interlagos); Jacques Villeneuve (1997, de Williams em Interlagos); David Coulthard (2001, de McLaren em Interlagos); Giancarlo Fisichella (2003, de Jordan em Interlagos); Kimi Räikkönen (2007, de Ferrari em Interlagos) e Jenson Button (2012, de McLaren em Interlagos)

As equipes vencedoras no GP do Brasil, na história, são:

VITÓRIAS
EQUIPE
ANOS
12
McLaren
1974 (Interlagos), 1984, 1985, 1987 e 1988 (estas 4 em Jacarepaguá), 1991, 1993, 1998, 1999, 2001, 2005 e 2012 (as últimas 7 em Interlagos)
10
Ferrari
1976 e 1977 (as 2 em Interlagos), 1978 e 1989 (estas 2 em Jacarepaguá), 1990, 2000, 2002, 2006, 2007 e 2008 (as últimas 6 em Interlagos)
6
Williams
1981 e 1986 (as 2 em Jacarepaguá), 1992, 1996, 1997 e 2004 (as últimas 4 em Interlagos)
4
Red Bull
2009, 2010, 2011 e 2013 (todas em Interlagos)
3
Brabham
1972 e 1975 (as 2 em Interlagos) e 1983 (Jacarepaguá)

2
Benetton
1994 e 1995 (ambas em Interlagos)
Renault
1980 (Interlagos) e 1982 (Jacarepaguá)
Mercedes
2014 e 2015 (ambas em Interlagos)
1
3 equipes: Lotus (1973); Ligier (1979); Jordan (2003) [todas estas em Interlagos]


Já os pilotos vencedores, apenas em Interlagos, são:

VITÓRIAS
PILOTOS
ANOS e EQUIPES
4
Michael Schumacher
1994, 1995 (as 2 de Benetton), 2000 e 2002 (estas 2 de Ferrari)




2
Carlos Reutemann
1972 (Brabham) e 1977 (Ferrari)
Emerson Fittipaldi
1973 (Lotus) e 1974 (McLaren)
Ayrton Senna
1991 e 1993 (ambas de McLaren)
Mika Häkkinen
1998 e 1999 (ambas de McLaren)
Juan Pablo Montoya
2004 (Williams), 2005 (McLaren)
Felipe Massa
2006 e 2008 (ambas de Ferrari)
Mark Webber
2009 e 2011 (ambas de Red Bull)
Sebastian Vettel
2010 e 2013 (ambas de Red Bull)
Nico Rosberg
2014 e 2015 (ambas de Mercedes)



1
12 pilotos: José Carlos Pace (1975, de Brabham); Niki Lauda (1976, de Ferrari); Jacques Laffite (1979, de Ligier); René Arnoux (1980, de Renault); Alain Prost (1990, de Ferrari); Nigel Mansell (1992, de Williams); Damon Hill (1996, de Williams); Jacques Villeneuve (1997, de Williams); David Coulthard (2001, de McLaren); Giancarlo Fisichella (2003, de Jordan); Kimi Räikkönen (2007, de Ferrari) e Jenson Button (2012, de McLaren)


E as equipes vencedoras em Interlagos são:

VITÓRIAS
EQUIPE
ANOS
8
McLaren
1974, 1991, 1993, 1998, 1999, 2001, 2005 e 2012
Ferrari
1976, 1977, 1990, 2000, 2002, 2006, 2007 e 2008
4
Williams
1992, 1996, 1997 e 2004
Red Bull
2009, 2010, 2011 e 2013

2
Brabham
1972 e 1975
Benetton
1994 e 1995
Mercedes
2014 e 2015
1
4 equipes: Lotus (1973); Ligier (1979); Renault (1980); Jordan (2003)


Os pilotos que fizeram pole positions no circuito José Carlos Pace, na Fórmula 1, são:

POLES
PILOTOS
ANOS e EQUIPES

3
Ayrton Senna
1990 e 1991 (ambas de McLaren) e 1994 (Williams)
Mika Häkkinen
1998, 1999 e 2000 (as 3 de McLaren)
Rubens Barrichello
2003 e 2004 (ambas de Ferrari) e 2009 (Brawn)
Felipe Massa
2006, 2007 e 2008 (as 3 de Ferrari)

2
James Hunt
1976 e 1977 (ambas de McLaren)
Damon Hill
1995 e 1996 (ambas de Williams)
Sebastian Vettel
2011 e 2013 (ambas de Red Bull)
Nico Rosberg
2014 e 2015 (ambas de Mercedes)



1
13 pilotos: Ronnie Peterson (1973, de Lotus); Emerson Fittipaldi (1974, de McLaren); Jean-Pierre Jarier (1975, de Shadow); Jacques Laffite (1979, de Ligier); Jean-Pierre Jabouille (1980, de Renault); Nigel Mansell (1992, de Williams); Alain Prost (1993, de Williams); Jacques Villeneuve (1997, de Williams); Michael Schumacher (2001, de Ferrari); Juan Pablo Montoya (2002, de Williams); Fernando Alonso (2005, de Renault); Nico Hülkenberg (2010, de Williams) e Lewis Hamilton (2012, de McLaren)

* Na prova extra-campeonato de 1972, em Interlagos, o pole foi Emerson Fittipaldi, de Lotus.

A volta mais rápida no atual traçado do Autódromo José Carlos Pace (usado de 2000 em diante) foi do alemão Nico Rosberg, de Mercedes, em 2014, que foi a pole position desse ano. Ele registrou 1’10.023 min., com média de 221,532 km/h.

A 20ª prova da temporada 2016 da F1 será a 34ª no circuito José Carlos Pace (45ª na história do GP Brasileiro, e 44ª na Fórmula 1), terá 71 voltas, e será disputada no dia 13 de novembro.


-> No Grande Prêmio do Brasil de 2016, a equipe McLaren, largando na corrida, chegará a 800 largadas na Fórmula 1!!

Comparativo entre os traçados original e atual de Interlagos

#23 - Grande Prêmio do Brasil (1ª parte)

* por Carlos Werzel Júnior

É uma prova automobilística que faz parte do calendário da Fórmula 1, oficialmente, desde 1973.

As corridas de automóveis no Brasil se iniciaram antes da 2ª Guerra Mundial, e um circuito que se destacou foi o da Gávea, no Rio de Janeiro, cujas provas se iniciaram em 1934.

O circuito da Gávea, que tinha 101 curvas

Em 1936 começou a construção do primeiro autódromo permanente em Interlagos, São Paulo, e foi terminado em 1940. Nessa época o Brasil sediou Grandes Prêmios em Interlagos e na Gávea, além de haver provas de stock car, que se tornaram populares.

O circuito de Interlagos rapidamente ganhou uma reputação de ser exigente e difícil, tendo muitas curvas desafiadoras, mudanças de elevação, asfalto áspero e com pouco espaço para erros.

Com o passar dos anos, os Grandes Prêmios foram mais raros no Brasil, até o surgimento do piloto paulista Emerson Fittipaldi na Fórmula 1. Em 1970, ele ganhou seu 1º GP, em Watkins Glen, nos Estados Unidos. Então oficiais da cidade de São Paulo viram em Emerson um herói esportivo, semelhante a Pelé, e decidiram remodelar o circuito de Interlagos a padrões modernos.

Em 1972 houve um GP extra-campeonato na F1, em Interlagos. Esta prova foi realizada como teste para convencer a FIA da capacidade de ser sede de Grandes Prêmios na F1. No ano seguinte, Interlagos foi incluída no calendário oficial da Fórmula 1. O traçado original de Interlagos possuía 7.960 metros.

O traçado original de Interlagos

Um parênteses.......em 1974 foi realizado outro GP no Brasil, como prova extra-campeonato, na F1. Foi o Grande Prêmio Presidente Emilio Médici, no inaugurado circuito de Brasília, o Autódromo Emilio Medici. Apenas 12 pilotos participaram dos treinos e da prova, que foi vencida pelo brasileiro Emerson Fittipaldi.

O traçado do autódromo de Brasília

Voltando à F1 em Interlagos, o circuito continuou no calendário oficial nos anos 70. Porém, em 1977 os pilotos começaram a reclamar do asfalto áspero, e, em 1978, a prova da Fórmula 1 no Brasil se transfere para o recém construído circuito de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

Em 1979 a Fórmula 1 volta a Interlagos, agora com novas instalações. Em 1980 ocorreu mais uma prova em Interlagos, mas com o crescimento da população da cidade de São Paulo, a área ao redor do circuito ficando cada vez mais degradada, as favelas crescendo em torno do circuito, e com as queixas dos pilotos sobre as condições de segurança da pista, que tinha solavancos, a Fórmula 1 passou ao circuito carioca de Jacarepaguá no ano de 1981.

Jacarepaguá mostrou-se ser um circuito monótono e extremamente exigente: tinha várias curvas longas e rápidas, e a pista tinha superfície muito abrasiva. E de acordo com o calendário oficial da FIA, o GP do Brasil era um dos primeiros do ano, por isso era disputado sob temperaturas altas e alta umidade. Alguns pilotos chegavam à exaustão no final das provas.

O traçado de Jacarepaguá, ou Autódromo Nelson Piquet

Os GP’s do Brasil em Jacarepaguá foram realizados durante toda a década de 80, até 1989. O francês Alain Prost venceu 5 vezes no circuito carioca, por isso recebeu o apelido de “o rei do Rio”.

Com o sucesso de Ayrton Senna na F1, os oficiais da cidade de São Paulo trabalharam duro para modificar o circuito de Interlagos, a um custo de 15 milhões de dólares, para diminuí-lo e suavizá-lo. Assim, Interlagos volta ao calendário da Fórmula 1 em 1990, e está até hoje!

Até 2003, o GP em Interlagos era um dos primeiros do ano. Em 2004, foi movido para o final da temporada, e assim continua até a atual temporada.

O atual traçado de Interlagos

Em 10 de outubro de 2013 foi anunciado que o contrato com o GP do Brasil foi estendido até 2022!

O Autódromo de Interlagos, também chamado José Carlos Pace (em homenagem ao piloto brasileiro falecido em 1977, em um acidente de avião), possui 4.309 metros, a prova é disputada no sentido anti-horário, e o circuito é de média alta velocidade. O traçado possui 15 curvas, sendo 5 para a direita e 10 para a esquerda.

O circuito fica no distrito de Socorro, na vizinhança de Interlagos, e como o nome diz, se situa entre 2 lagos artificiais, Guarapiranga e Billings. O autódromo ganhou o nome de José Carlos Pace em 1985.

A última prova no traçado original (de 7.960 metros) foram as Mil Milhas do Brasil de 1989.


Até hoje foram disputados 44 GP’s do Brasil, em toda sua história, sendo 1 extra-campeonato (em Interlagos), e 43 na Fórmula 1, sendo 10 em Jacarepaguá e 33 em Interlagos. Isto sem contar o GP extra-campeonato de 1974, em Brasília.

(continua)

terça-feira, 25 de outubro de 2016

#22 - Grande Prêmio do México (2ª parte)

* por Carlos Werzel Júnior

Até hoje foram disputados 17 GP’s Mexicanos, em toda sua história, sendo 1 extra-campeonato, e 16 na Fórmula 1, todos no Autódromo Hermanos Rodríguez (entre 1963 e 1970 era Magdalena Mixhuca).

Na história do GP do México, os vencedores são:

VITÓRIAS
PILOTOS
ANOS
3
Jim Clark
1962 (prova extra-campeonato, dividiu o carro com Trevor Taylor), 1963 e 1967 (as 3 de Lotus)
2
Alain Prost
1988 (McLaren) e 1990 (Ferrari)
Nigel Mansell
1987 e 1992 (as 2 de Williams)





1
Trevor Taylor
1962 (Lotus, prova extra-campeonato, dividiu o carro com Jim Clark);
Dan Gurney
1964 (Brabham)
Richie Ginther
1965 (Honda)
John Surtees
1966 (Cooper)
Graham Hill
1968 (Lotus)
Denny Hulme
1969 (McLaren)
Jacky Ickx
1970 (Ferrari)
Gerhard Berger
1986 (Benetton)
Ayrton Senna
1989 (McLaren)
Riccardo Patrese
1991 (Williams)
Nico Rosberg
2015 (Mercedes)


As equipes vencedoras, na história do GP Mexicano, são:

VITÓRIAS
EQUIPES
ANOS
4
Lotus
1962, 1963, 1967 e 1968
3
McLaren
1969, 1988 e 1989
Williams
1987, 1991 e 1992
2
Ferrari
1970 e 1990


1
Brabham
1964
Honda
1965
Cooper
1966
Benetton
1986
Mercedes
2015


Os pilotos que fizeram pole positions no circuito Hermanos Rodríguez, na história, são:

POLES
PILOTOS
ANOS e EQUIPES
5
Jim Clark
1962 (extra-campeonato), 1963, 1964, 1965 e 1967 [todas de Lotus]
3
Ayrton Senna
1986 (Lotus), 1988 e 1989 (ambas de McLaren)
2
Nigel Mansell
1987 e 1992 (ambas de Williams)



1
John Surtees
1966 (Cooper)
Jo Siffert
1968 (Lotus)
Jack Brabham
1969 (Brabham)
Clay Regazzoni
1970 (Ferrari)
Gerhard Berger
1990 (McLaren)
Riccardo Patrese
1991 (Williams)
Nico Rosberg
2015 (Mercedes)


A volta mais rápida no atual traçado do Autódromo Hermanos Rodríguez foi do alemão Nico Rosberg, de Mercedes, em 2015, que foi a pole position desse ano. Ele registrou 1’19.480 min., com média de 194,947 km/h.


A 19ª prova da temporada 2016 da F1 será a 18ª no circuito Hermanos Rodríguez (18ª na história do GP Mexicano, e 17ª na Fórmula 1), terá 71 voltas, e será disputada no dia 30 de outubro.

#22 - Grande Prêmio do México (1ª parte)

* por Carlos Werzel Júnior

É uma prova automobilística que fez parte do calendário da Fórmula 1 nos anos de 1963 a 1970, 1986 a 1992, e retornou ao calendário em 2015.

O primeiro Grande Prêmio do México foi realizado em 4 de novembro de 1962, como prova extra-campeonato, no circuito Magdalena Mixhuca. O circuito foi a primeira pista internacional no México, e foi construída dentro de um parque na capital Cidade do México. O nome do parque é Magdalena Mixhuca Sports City, e foi usado em 1968 como parque olímpico, para as olimpíadas do México daquele ano.

O circuito é do governo da Cidade do México, mas é operado atualmente sob concessão da Corporación Interamericana de Entretenimiento (CIE) através da OCESA, uma das subsidiárias da CIE (a CIE também organiza a NASCAR neste circuito).

A primeira corrida, então, foi realizada em 1962, como prova extra-campeonato na Fórmula 1. Jim Clark, que foi desclassificado da prova, já que os oficiais consideraram que ele cometeu irregularidade na largada, pegou o carro de seu companheiro de Lotus Trevor Taylor, e conseguiu a vitória. Foi a última vez que dois pilotos venceram um Grande Prêmio, dividindo o mesmo carro.

Esta prova de 1962 foi marcada, também, pelo acidente fatal do mexicano Ricardo Rodríguez, com apenas 20 anos. Ele, que já era considerado um potencial futuro campeão da F1, nos treinos bateu forte na curva Peraltada, vindo a falecer. Ricardo participou de 6 provas na F1.

O México entra oficialmente no calendário da Fórmula 1 em 1963, recebendo corridas até 1970. Nesta época, o GP Mexicano era sempre o último GP do ano. Foi então retirado do calendário da F1, devido ao enorme público que comparecia nos GP’s e que causava muitos problemas de segurança (em 1970, 200 mil pessoas compareceram no GP).

O 1º traçado, nomeado Magdalena Mixhuca

A IndyCar realizou 2 provas neste circuito do México, em 1980 e 1981, agora renomeado Autódromo Hermanos Rodríguez, em homenagem aos 2 irmãos pilotos mexicanos. Pedro Rodríguez, o irmão mais velho, faleceu em uma prova de carros esportes, em Norisring (Alemanha), em 1971. Pedro participou de 54 provas na Fórmula 1, e obteve 2 vitórias.

A Fórmula 1 retornou ao México em 1986, agora num Hermanos Rodríguez mais seguro, e com o traçado um pouco menor. Continuou na F1 até 1992. Embora o circuito fosse popular entre os pilotos, estes reclamavam dos saltos que havia na pista, e somando-se o problema da poluição da Cidade do México, a F1 novamente ‘abandona’ o México.

O traçado usado de 1986 a 1992

Em agosto de 2011, o empresário mexicano Carlos Slim Domit revelou planos para reviver o GP do México. Porém, somente em julho de 2014, Bernie Ecclestone confirmou ter assinado um contrato de 5 anos, para que o circuito Hermanos Rodríguez sediasse o GP Mexicano, iniciando em 2015.

O Autódromo Hermanos Rodríguez possui 4.304 metros, a prova é disputada no sentido horário, e o circuito é de média velocidade. O traçado possui 17 curvas, sendo 10 para a direita e 7 para a esquerda.

O autódromo está a 2.285 metros acima do nível do mar, e o ar rarefeito causa dificuldades para pilotos e carros.

Nos 2 traçados anteriores havia a curva Peraltada (última do circuito), que era bastante rápida, e que lembra a Parabolica do circuito de Monza.

Após o último GP de Fórmula 1 em 1992 foi construído um estádio de beisebol, logo antes da Peraltada. O nome do estádio é Foro Sol, e foi casa do time de beisebol Diablos Rojos del México. Este estádio atualmente sedia shows de música.

No retorno do GP Mexicano o traçado foi modificado, com o auxílio de Hermann Tilke. A reta de chegada foi estendida um pouco; os icônicos esses (curvas 7 a 11) foram modificados significativamente; e na parte do estádio de beisebol foi alterado o traçado, agora a pista passa por dentro do estádio, e a Peraltada foi cortada pela metade.

A reta de chegada possui 1,2 km de extensão e, claro, é um grande ponto de ultrapassagem.

O atual traçado

Duas curvas ganharam nomes. Em 2015, a curva 17 (última curva) foi batizada de Nigel Mansell, em homenagem ao piloto inglês, que venceu a prova 2 vezes, em 1987 e 1992.


E em 20 de setembro de 2016, a curva 12 foi batizada de Adrián Fernández, devido aos feitos do piloto mexicano para o seu país. E não apenas isso, Adrián foi nomeado embaixador do GP do México de 2016!